Gente! Com o blog  “jogado” às traças nos últimos dias (ou melhor, meses), tinha que achar tempo para escrever nesse meu espacinho. O que despertou essa minha vontade? Bom, para começar foi assistindo ao filme “Julia e Julie” no final de semana. Nunca pensei me identificar tanto com uma personagem como a Julie, mas para minha surpresa, parece que ela foi escrita para mim. Às vezes, em certos momentos de nossa vida, nos deparamos com personagens que dizem exatamente o que gostaríamos de dizer sobre nós, mas que as circustâncias da vida acabam não permitindo. Depois que me formei em jornalismo, minha vida virou literalmente uma montanha-russa (eu diria que bastante desgovernada). Enfrentei a perda da visão, recuperei a visão, levei bomba na minha especialização por não ter condições físicas de continuar, lutei muito pelo meu mestrado, perdi grandes amigos, perdi amores, e acho até que perdi um pouco o rumo. Mas, enfim, são as provações de Deus não é mesmo? Mas a minha vida não foi só tristeza não! Eu também fortaleci grandes amizades, que muitas vezes não dei valor. Eu descobri que quero ser escritora e nada me desvia desse sonho e de quebra, ganhei um companheiro incrível, que se tornou mais que um namorado, na verdade ele é meu porto seguro! Como a Julie do filme, eu também sempre comecei uma coisa e não ia para frente! Vide esse meu blog, sem compromisso, onde escrevo quando quero e acho que não tenho muitos leitores, mas isso não vai me impedir de ir adiante agora! Foram quatro anos tão intensos na minha vida, que agora, nada mais natural do que querer recuperar o tempo perdido! Então é isso que vou fazer, e como a Julie do filme, vou me propor a vários desafios. Muitos eu já consegui… outros eu parei no meio do caminho (mas agora não estou contando o tempo, então vou lá buscá-los) e os novos, ah os novos serão muito bem pensados! O importante é que agora comecei… e não quero mais parar!!

Quem nunca fuçou a vida alheia?

Quem nunca esqueceu o e-mail aberto?

Quem nunca quis ser uma mosquinha?

Abri a caixinha de pandora… Bingo!!

Nem sempre a surpresa é agradável…

STOP, PARA O SEU PRÓPRIO BEM!!

Algumas pessoas dizem que eu sou implicante! Mas eu rebato e digo que são elas que implicam comigo! Nunca foi mesmo o meu objetivo agradar a todos, e isso pode soar arrogante. Quer coisa mais chata do que dizer frases perfeitas e bem colocadas só para agradar alguém? Ou quando você está de saco cheio de uma pessoa e só a trata bem porque sente-se na obrigação de agradá-la? Falsidade nunca combinou com uma geminiana sincera como eu. Mas isso não quer dizer que minhas criticas beiram a grosseria, ou que desperdiço meu tempo atacando os outros como se estivesse eternamente de mau humor. Nada disso! É que com o passar do tempo, dos anos, das porradas da vida, as coisas começam a ficar mais claras e sábias e você vai percebendo que não veio ao mundo para bajular! Eu pelo menos não jogo nesse time… Nada me diverte mais do que estar numa roda de amigos, mas não venha criticar minha posição só porque eu não concordo com a sua! Adoro quando estou conhecendo novos amigos, mas não me peça para bancar a queridinha no momento em que aquele comentário sem graça for disparado em minha direção! Aprendi a tolerar e a engolir alguns sapos, mas isso não faz de mim uma mártire. Muito pelo contrário! O que me tira do sério é implicar comigo quando eu não fiz nada. Posso nunca ter sido a mais bonita do colégio, nem a mais inteligente ou a mais esportista, mas com certeza, sou a mais firme. Cabeça dura? Não diria exatamente isso… diria apenas que sei o que quero, quando quero e porque quero! Se vou quebrar a cabeça? Ah, isso é problema meu! Então pode implicar comigo, sou assim e gosto de ser assim! Nem sempre consigo ter a simpatia de todos… e nem quero cinco minutos para provar isso… afinal, tenho a vida inteira para me deliciar com meus erros! Não me desarme… aprenda a conviver!

Apresento aos leitores o trabalho de Camilla Engman, que nasceu numa pequena cidade sueca chamada Trollhttan, onde começou a praticar suas habilidades como fotógrafa e designer. Cursou a Escola de Design e Artesanato da Universidade de Gotemburgo, onde também fez Mestrado em Belas Artes. O seu trabalho tem um jeito único de permitir que você alcance uma noção sem roubar-lhe da sua interpretação pessoal, independentemente de se tratar da interpretação da autora. Utiliza muita  pintura acrílica, em papel ou mistas. Seu trabalho é apreciado no mundo inteiro, por admiradores do designer e da fotografia, sendo elogiado e recomendado pelo jornal The New York Times.

www.camillaengman.com

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Hoje é dia de homenagear os professores, mas eu confesso: não acredito na educação do país. Sou filha de dois educadores, e dei graças a Deus quando meu pai largou o magistério. Depois de mais de 40 anos lecionando e dedicando-se aos seus alunos, percebi nele certo tom de desapontamento. Salário baixo e pouco investimento em material eram só algumas das reclamações que eu escutava. A luta era intensa, mas a recompensa estava longe. Não posso ser hipócrita, a única compensação que presenciei nesse tempo era o reconhecimento de poucos alunos. Foram longos anos em que fiquei em casa sozinha, enquanto meus pais se dedicavam a uma causa que lhes parecia nobre, naquelas 40 horas semanais. Apesar do dinheiro curto, sempre estudei em bons colégios, tive oportunidade de viajar, de me formar e de fazer duas especializações. Sem grandes luxos, foi acreditando na educação que meus pais puderam me proporcionar uma base e me preparar para o futuro. Nas suas aulas, passaram pessoas especiais, que hoje fazem diferença na profissão que escolheram, por isso sinto orgulho quando me param na rua e dizem: teus pais eram meus professores preferidos! Talvez por isso, gostava de escutar as histórias de superação dos alunos, das suas limitações que não impediam a dedicação e a vontade de mudar seu quadro social. Mas ao mesmo tempo, as histórias de violência e agressão me faziam descrente. Por muitas vezes, minha mãe chegava esgotada em casa porque um aluno a ameaçou, ou um pai lhe creditava a má educação do filho e ela já não sabia mais o que fazer para controlar a fúria de alguns. Por muitas vezes, meu pai estava cansado por não ter verba para investir no esporte, e se satisfazia em lecionar com aquela boa velha, naquela quadra mal pintada, repassando os ensinamentos da faculdade de educação física que bancou a duras penas. Nessas horas, eu me perguntava: valia a pena insistir nisso? Na realidade nunca tive coragem para fazer tal pergunta, então ainda não sei a resposta. O que sei é que, a profissão alguns escolhem por paixão e vocação! O tipo de agressão que meus pais sofreram nunca chegou a ser física, mas doeu tanto quanto. E isso não afetou somente eles, mas a mim também. Fiquei cada vez mais incrédula e hoje dói-me muito ver como o professor é tratado com tanto descaso, nem sempre pelo governo, mas às vezes pelos seus próprios colegas e diretores. Cansa ver a educação sendo tratada como mercadoria e não como formadora de cidadãos. Deprimi chegar na sala de aula e ver que o professor não é visto como autoridade, sendo agredido, desrespeitado, insultado e humilhado. Diante disso, não acredito numa solução prática em face desse governo envolto por escândalos, dessa sociedade passiva, do empresariado capitalista. É utópico pensar num cenário onde todos os alunos freqüentam uma escola com boas condições de uso, com professores devidamente reconhecidos pelo seu trabalho, recebendo um salário digno e com todos unidos pelo aprendizado e pelo respeito. Sendo isso um sonho, sinto continuar não acreditando numa solução prática enquanto a educação não é colocada como prioridade. Uma pena que hoje, só se fale em Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil.

Detesto essas coisas de ficar levantando bandeiras! Não tenho partido político, mas voto com consciência. Não sou a favor de alguns movimentos sociais, mas considero justo que o povo tenha condições básicas para viver bem. E faço o possível para contribuir como posso para isso. Porém, algumas coisas me tiram realmente do sério, e a falta de educação é uma delas. Sendo um termo amplo, acredito que é a educação que define o ser humano que nos tornamos. Quando falta educação, falta respeito, falta desenvolvimento, falta consciência. Não posso dizer que fiquei chocada, mas fiquei no mínimo atônita quando soube que um aluno “pichou” as paredes da escola, recém pintadas com sacrifício e recebeu como punição pintá-las novamente. O ato punitivo foi devidamente filmado por um aparelho celular e a “prova do crime” foi entregue aos pais do aluno, que consideraram a punição “humilhante” pois o filho não queria mais ir à escola, estava com vergonha.

Pois bem, nesse nosso tempo pós-moderno, cheio de tecnologias, coisas que no passado seriam consideradas punições mais do que óbvias, hoje atingem a honra! Na concepção dos colegas desse “piá”, a professoar pegou pesado, punindo o “coitadinho” na frente da classe. Como ficaria a honra dele depois de levar “ralhada” da professora? Já dizia um professor meu, nas aulas de Direito, que a ”honra é interno ao ser humano, pois só tem honra aquele que é justo nos seus atos”. Só posso concordar com isso, apesar de muitas pessoas não entenderem o conceito de horna em sua origem! Historicamente, uma pessoa honrada era aquela que era nobre, não no sentido econômico, mas nobre no sentido de digno, generoso e de sentimentos elevados. Então, que tipo de honra possui um piá de treze anos, que no intuito de destruir um patrimônio que é para seu usufruto, o faz com deboche e ainda se sente humilhado? É óbvio que o intuito foi de destruição. Ora, ninguém “picha” uma parede recém pintada com a intenção de fazer arte! É no mínimo uma atitude e um pensamento infeliz, para não dizer baixo e infame.

Felizmente, sou de uma geração que sempre encarou professor como  autoridade e escola como um locus de aprendizagem e educação. Mas infelizmente, hoje não há limites e só posso lamentar!

Me admira que, os pais dessa geração passem a mão na cabeça dos filhos que estão cada vez mais sem noção e sem inteligência para levar a sério um lugar onde ele irá prover o seu futuro. E não concordo com o discurso de que “falta instrução” para entender que certas peraltices não são perdoáveis. Em muitas discussões acerca do assunto, amigos me disseram: “os pais desse menino não devem ter estudo, não sabem distingüir o certo e o errado”. Não é só com estudo que temos a noção de certo/errado, bom/ruim, não é só uma questão externa e sim uma questão  de princípios e caráter, e por isso, não deve haver perdão para esse tipo de falta de educação! Certas atitudes veêm de berço, do local de nascimento e da família. Destruir patrimônio alheio sem dúvida nenhuma é um crime contra a boa educação, contra os colegas, contra os professores e até mesmo contra a sociedade, que assiste à esse tipo de atitude deplorável. A mim não interessa saber se a professora passou dos limites com o aluno, afinal ser professor hoje em dia é suportar além da má educação dos filhos alheios, a falta de dinheiro no final do mês. A mim interessa impor limites e punir desobediências, seja como for!

A maior vergonha para esse “piá” é saber que esse tipo de atitude não é atitude de alguém que vive em sociedade. Nada explica o seu sentimento de humilhaçã, pois já que não teve vergonha para fazer, me estranha ter vergonha para assumir! Se bem que essa prática é bem conhecida no nosso país… mas isso é assunto para outro post. Por enquanto, ainda esperamos sempre a justa punição!

 

lucianinho 1

Lucianinho entrevista uma torcedora mirim no Beira-Rio

Poucas pessoas descobrem sua verdadeira vocação ainda quando criança. O repórter da Rádio Gaúcha Luciano Périco, mais conhecido como Lucianinho pode dizer que faz o que sempre quis. Desde os dez anos, quando começou a ouvir rádio, ele apaixonou-se pelo jornalismo. Uma certa revolução para uma criança tímida. Mas Lucianinho tornou-se gigante, não só pela altura – ele mede 2m e 15 cm – mas também pelo carisma e simpatia, fatores que o transformaram num dos repórteres mais queridos dos gramados. Nascido em Porto Alegre, passou a infância no bairro São Geraldo. Caçula e temporão de cinco irmãos, foram nas brincadeiras de rua que ele descobriu a profissão. Certa vez, quebrou o braço, e a solução encontrada enquanto os amigos jogavam bola foi ficar ao lado “narrando” as partidas de rua. 

Depois de completar o curso técnico em publicidade, Lucianinho ingressou na FABICO (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS) onde se formou em 1999. Da infância ao Rádio a maior dificuldade foi entrar no ar. Mas isso até parece que não aconteceu! Lucianinho tem talento nato: é inteligente, articulado e bem humorado. Isso nós podemos sentir só de olhar para ele!  Mas depois de entrevistar tantos torcedores nas arquibancadas, cobrir carnavais e viajar com a caravana do Gauchão, viramos o jogo, e agora é ele quem vai responder:

VR: Como jornalista, como fica a paixão pelo seu time? Tu colocas essa paixão nas coberturas ou procuras ficar completamente isento?

LP: Com certeza, trabalhando no rádio esportivo a paixão clubística tem que ficar em segundo plano. Mais do que ser isento, a gente tem que ser honesto no trabalho. Claro que todo o cronista teve um time, mas na medida em que tu trabalha com os dois lados (no caso Grêmio e Inter) o ideal é “torcer” por ambos. A dupla Gre-Nal indo bem nas competições é bom para o meu trabalho, que é o mais importante no momento.

 VR: Os torcedores te adoram e te reconhecem não somente pela voz inconfundível, mas também pela tua energia e empolgação. Em dias de decisão, qual a emoção que tu sentes estando no meio da galera, sentindo toda aquela vibração?

LP: É muito gratificante quando as pessoas me procuram, querem falar comigo, bater fotos. É o retorno do trabalho que eu faço. Imediato. Eu sou o cara acessível às pessoas. Posso dizer que o carinho dos ouvintes é um patrimônio gigantesco. E na hora em que o jogo está bombando, você acaba se envolvendo na emoção da galera e isso flui naturalmente no trabalho.

 VR: Teve algum jogo que te marcou muito e de certa forma te emocionou?

LP: Jogos decisivos sempre são mais emocionantes! Cito a final da Copa Libertadores do Inter em 2006 contra o São Paulo no Morumbi. A ida do Grêmio ao Estádio da Bombonera em 2007 na decisão da Copa Libertadores contra o Boca Juniors, nesse dia foi brabo encarar aquele monte de argentinos malucos… E não posse deixar de lembrar a cobertura dos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Foi inesquecível!

 VR: O que é mais difícil no teu dia-a-dia? Já sacrificaste muita coisa pessoal em nome da profissão?

LP: O mais complicado na atividade de jornalista são os horários pouco habituais. Trabalho todos os dias à noite. Nos finais de semana também estou trabalhando, quando todo mundo se diverte. Muitas vezes, devido a minha atividade, deixo de estar com a família em festividades, por exemplo. Não posso ir a aniversários, churrascos… é uma barra e tem que administrar. Mas com o tempo tu te acostuma e as pessoas ao teu lado entendem.

 VR: O que mais te encanta no futebol?

LP: A emoção da disputa. A popularidade do futebol no Brasil. E o fato de ser um esporte imprevisível. Quando começa uma partida, dificilmente se sabe quem vencerá. E nem sempre o melhor vence.

Luciano Périco é mesmo um cara acessível, do povo e muito carismático! Enquanto agita a galera nas arquibancadas dos jogos da dupla Gre-Nal, Lucianinho conquista milhares de admiradores. E apesar de dizer que o seu lado torcedor ficou no passado, quem o acompanha durante as transmissões dos jogos, acredita que além de repórter, ele é um dos nossos, seja gremista ou colorado! Nada melhor do que finalizar com um jogo rápido, aproveitando o tempo curto para conhecer esse gigante da Gaúcha, por ele mesmo:

Lucianiho com torcedores gremistas no jogo Grêmio x Cruzeiro

Lucianiho com torcedores gremistas no jogo Grêmio x Cruzeiro

Jogo Rápido: Lucianinho 3×4

- Eu sou: um cara que faz o que gosta muito.

- Quando estou de folga gosto de: não ter que me preocupar com horário.

- O melhor elogio veio de: todas as pessoas que chegam até mim e falam que gostam muito do meu trabalho.

- Minha maior dificuldade foi: começar a falar no microfone. Demorei bastante antes de me colocarem no ar na Gaúcha.

- Curti muito quando: comecei a apresentar o No Mundo da Bola diariamente na Gaúcha.

- Ser jornalista esportivo é: a realização de um sonho.

-O melhor de um gre-nal é: adrenalina no campo e na arquibancada.

- O povo gaúcho gosta de futebol porque: conta com duas grandes forças do futebol mundial: a dupla Gre-Nal.

- Dentro do estádio eu sou: eu mesmo, já que as coisas que eu falo, as brincadeiras que eu faço são autênticas, o jeito que eu lido com as pessoas é natural.

- O Luciano torcedor é: uma figura que ficou no passado!

Vou fazer um jabázinho para o “primeiro-cavalheiro” deste blog. São cursos rápidos, acessíveis e que podem incrementar seu currículo. Atenção para as datas de inscrição!!

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produção, comunicação visual, administração e arte. O início das aulas
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do final de agosto ao início de novembro, de acordo com cada curso.

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Prof. MsC. André Canal Marques
Professor de Design e Arquitetura
Coordenador da Especialização em Design Estratégico
Coordenador da Materioteca
Escola de Design Unisinos
www.unisinos.br/design
+ 55 (55) 3012-1363
Avenida Luiz Manoel Gonzaga 744, Bairro Três Figueiras. CEP: 90470-200.
Porto Alegre – RS

Sempre gostei muito de escrever, quando criança criava histórias, “editava” livros p/ “vender” na família, era meio “bombril: mil e uma utilidades”. Queria ser escritora, editora, ilustradora, jornalista, queria ser tudo!! Era até engraçado, com apenas 8 anos, eu editava meu próprio jornal. Para mim, escrever sempre foi mais do que um exercício lógio de exprimir pensamentos. Escrever p/ mim é algo mágico! Como jornalista, tenho a opção de narrar/contar um fato, transformá-lo em notícia e assim informar meus leitores. Como escritora, posso criar um mundo mágico, fugir da realidade, viajar nos meus sonhos!! Quer melhor combustível do que esse? Nada mais me empolga do que esse mundo fantástico… história, realidade, ilusão, personagens, personalidades, pessoas… tudo encanta… modifica a alma… revoluciona. Vivendo a revolução: de Porto Alegre para o mundo, talvez seja um blog muito pretencioso para uma menina em transformação e ebuliçao como eu, mas é a realização de uma vontade, através das palavras… Estou revolucionando não só minha vida, mas meus sentidos, meus meios, meus fins, meus caminhos… Vivo a tecnologia, o velho, o novo, a memória, a história, o presente, o passado, o futuro, tudo misturado, para contar aqui, o que vocês acreditarem que é real ou não! Bom apetite!

Momentos de Sabedoria!

"Quando nasci veio um anjo safado
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim"
(Chico Buarque)

Passam os dias!

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  • Definitivamente eu sou um gênio... Fato! 3 days ago
  • Apanhando para o coreldraw e para criar um blog do reencontro da turma!!! não sei mais o q fazer c essas novas tecnologias! 3 days ago
  • Alguém conhece um site/blog com idéias de convite para formatura? to precisando c urgência!!! 3 days ago
  • Se eu tiver q reiniciar esse computador novamente vai rolar um boxe!!! 3 days ago
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